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GOZEI NA BOCA DA CASADINHA DE GRAVATÁ-PE.
Por: SAULO
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Bom dia. Resido no Recife, mas tenho uma pequena chácara em Gravatá, interior do estado, para onde vou com família eventualmente, ou mesmo passo finais de semana sozinho, onde posso desenvolver meus projetos arquitetônicos a vontade.
Adoro sexo, principalmente sexo oral. Não tem coisa mais deliciosa que gozar na boquinha de uma mulher, concordas comigo? Nesse final de semana fui para lá e, como sempre faço, nos finais de tarde ia para um barzinho no centro, tomar uma cervejinha, olhando o vai e vém das pessoas. Mas lembrei de uma loja de confecções de um amigo e fui lá visita-lo. Cheguei, mas sua linda esposinha falou que ele tinha ido ao Recife e só voltaria na segunda, hoje. Ela é uma mulher sem nada de mais, nem de menos. É aquela casadinha comum, simples, mas de rosto lindo, olhos claros e sempre tive o maior tesão nela. Mas imaginava que chegar a uma casadinha comportada e tradicional fosse algo impossível. Mas eu tinha de tentar algo! E deu certo. Mesmo sem precisar, perguntei a ela se não conhecia alguma pessoa para organizar meus documentos na chácara, pois estavam fora de ordem, e eu pagaria por isso. Ela perguntou se não podia fazer o serviço, já que estaria livre a tarde. Nossa, fiquei animado e disse que sim. Fui para casa, imaginando o que fazer para sentir a boquinha daquela casadinha em meu pau, dar uma gozada gostosa, sem o maridinho imaginar.
Ela chegou na hora marcada e começou a arrumar tudo, enquanto eu ficava olhando, na varanda, tomando uma cervejinha e ao fundo com linda paisagem das serras da região. Assim que ela acabou, resolvi dar outra cartada! Pedi para que ficasse mais, para conversarmos e, para minha surpresa, ela topou. Notei sua cara de tristeza e após um breve papo e cervejinhas ela desabafou: O marido tinha outra no Recife e estava deixando ela e os filhos em segundo plano, sem dar muita atenção. Notei a carência dela e pedi para abraça-la, nossos corpos ficaram juntos, bem apertados, coecei a acariciar seus cabelos devagar e ela ia deixando. Já acariciava sua nuca por baixo de seus longos cabelos cacheados e ao mesmo tempo acariciava sua cintura, isos tudo num abraço que levou minutos. Olhei em seus olhos, sem falar nada e beijei essa boquinha maravilhosa, quente e molhada. Nossas línguas se entrelaçavam e senti meu cacete endurecer, ainda colado em seu corpo. Sentindo isso, ela começa a ficar ofegante e se esfregar nele, que pulsava colado em sua barriga. Logo suas mãos o acariciava e, em pouco tempo, estávamos nús, trocando carícias.
Num determinado momento ela parou, falou que não era certo e jamais tinha traído ele. Eu respeitei e falei que só queria dar-lhe carinho. Ela se vestiu, continuamos normalmente a conversa, pois a queria bem a vontade, sem forçar a barra. Falamos sobre sexo e ela falou que tinha muitas fantasias, desde quando via revistas dos primos, mas seu marido se restringia ao convencional e ela não podia falar sobre o assunto com ele. Perguntei se ela fazia anal e ela disse ter tentado, mas por causa da dor, não conseguia, pois o ânus era super apertado. Quando perguntei sobre oral, ela falou que gostava de chupar, mas nunca tinha recebido uma gozada na boca, e isso me deixou louco de tesão. Numa certa hora, ela me pediu outro abraço e logo após ...
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